a arte do broche

Não pensem, minhas cabras amigas que é só meter apiça na boca e dar umas lambidelas. Não, não, não.
Um broche tem arte. Não será, admito, um tema tão complexo como a prática do minete mas, não deixa por isso de ter os seus truques.
Se as minhas leitoras (haverá alguma?) forem consumidoras assiduas de pornografia, até já sabem alguns dele:
- olhos nos olhos do gajo e cara alegre – devem fazê-lo por gozo ou, se não fôr ao caso, pelo menos finjam, porra
- bebam tudinho até à última gota ou deixem que o esperma quente vos corra pelo corpo (mamas ou cara, é à escolha). Desviar-se dele como uma bala é que não está com nada.
- lambuzem-se. A não ser que estejam num evento social em que pareça mal a saliva vos escorrer dos cantos da boca, não se preocupem – não parece mal.
- lambam, lambam, lambam. Em todo o lado, a todo o momento.
- enfiem a picha do gajo o mais possível na boca. Já sei, já sei que é difícil, mas façam um esforço caralho! Dica: se começarem a chupar ainda com ele mole, não hesitem, é a altura indicada para o comer todinho.
Voltarei ao assunto, agora vou ali bater uma.
